Área de expertise

Vasinhos: técnica combinada com laser.

Tratar vasinhos não é apenas apagar o que se vê na pele. É entender por que eles surgiram, tratar as veias que os alimentam e escolher, para cada tipo de vaso, a ferramenta certa — laser transdérmico, escleroterapia ou a associação das duas na mesma sessão.

Dr. Stefan Simões aplicando laser transdérmico para tratamento de vasinhos

Consulta

Uma consulta com visão global do paciente.

Os vasinhos quase nunca são um problema isolado da pele. Eles costumam ser a expressão visível de algo mais amplo: uma predisposição familiar, alterações hormonais, sobrepeso, longos períodos em pé, questões ortopédicas ou refluxos venosos profundos que ainda não deram sintomas.

Por isso a consulta começa pelo paciente inteiro — histórico, medicações, rotina, gestações, cirurgias anteriores e queixas associadas — e só depois desce ao detalhe do vaso. Tratar sem esse olhar é apagar o sintoma e permitir que ele volte.

Saúde geral primeiro

Hábitos, hormônios, peso, medicações e histórico familiar entram na avaliação.

Queixa e expectativa

O que incomoda de fato — estética, ardência, peso — e o que é possível alcançar.

Plano realista

Número estimado de sessões, intervalos e cuidados entre elas, definidos com clareza.

Avaliação complementar

Personalizada, vaso a vaso.

Não existe protocolo único para vasinhos. A avaliação complementar define exatamente o que será tratado, em que ordem e com qual recurso — evitando sessões desnecessárias e resultados frustrantes.

  • Classificação dos vasos por calibre, cor e profundidade — cada tipo responde melhor a uma técnica.
  • Identificação das veias nutridoras (reticulares) que alimentam as redes de telangiectasias.
  • Avaliação do fototipo de pele e da resposta esperada ao laser transdérmico.
  • Pesquisa de refluxo em safenas e colaterais, que precisa ser tratado antes do acabamento estético.
Sessão de laser transdérmico para vasinhos na Clínica AngioScan

O Doppler feito por examinador experiente muda o tratamento.

Muitos vasinhos que "não somem" ou que retornam poucos meses depois são, na verdade, alimentados por um refluxo que não foi identificado. O Doppler Vascular é um exame dependente do examinador: o mesmo aparelho, em mãos diferentes, produz laudos diferentes.

Na clínica, o exame é realizado pelo próprio cirurgião que vai tratar — mapeando calibres, trajetos e pontos de fuga em tempo real, com o paciente em pé quando necessário. É esse detalhamento que define se o caso começa pelo laser, pela escleroterapia, ou se exige primeiro o tratamento de um tronco safeno.

A técnica

Duas ferramentas que se completam.

Laser transdérmico

Alcança os vasos mais finos, que não aceitam a agulha, e aqueles que resistiram a sessões anteriores de escleroterapia. A energia é absorvida pela hemoglobina e fecha o vaso sem lesar a pele.

Escleroterapia

Trata com precisão as veias reticulares nutridoras e os vasos de maior calibre, secando a rede que alimenta as telangiectasias visíveis.

A combinação, na mesma sessão

Associar as duas técnicas reduz o número de sessões, melhora o acabamento estético e diminui a chance de recidiva precoce — porque trata o que se vê e o que sustenta o que se vê.

Na prática

Veja uma sessão de tratamento.

Um registro real de atendimento na clínica, mostrando a aplicação do laser e o cuidado com cada detalhe durante a sessão.

Próximo passo

Vamos avaliar os seus vasinhos com profundidade.

Agende uma consulta com Doppler vascular e descubra o que realmente alimenta os vasinhos das suas pernas — e qual combinação de técnicas traz o melhor resultado no seu caso.