Laser transdérmico
Alcança os vasos mais finos, que não aceitam a agulha, e aqueles que resistiram a sessões anteriores de escleroterapia. A energia é absorvida pela hemoglobina e fecha o vaso sem lesar a pele.
Área de expertise
Tratar vasinhos não é apenas apagar o que se vê na pele. É entender por que eles surgiram, tratar as veias que os alimentam e escolher, para cada tipo de vaso, a ferramenta certa — laser transdérmico, escleroterapia ou a associação das duas na mesma sessão.

Consulta
Os vasinhos quase nunca são um problema isolado da pele. Eles costumam ser a expressão visível de algo mais amplo: uma predisposição familiar, alterações hormonais, sobrepeso, longos períodos em pé, questões ortopédicas ou refluxos venosos profundos que ainda não deram sintomas.
Por isso a consulta começa pelo paciente inteiro — histórico, medicações, rotina, gestações, cirurgias anteriores e queixas associadas — e só depois desce ao detalhe do vaso. Tratar sem esse olhar é apagar o sintoma e permitir que ele volte.
Hábitos, hormônios, peso, medicações e histórico familiar entram na avaliação.
O que incomoda de fato — estética, ardência, peso — e o que é possível alcançar.
Número estimado de sessões, intervalos e cuidados entre elas, definidos com clareza.
Avaliação complementar
Não existe protocolo único para vasinhos. A avaliação complementar define exatamente o que será tratado, em que ordem e com qual recurso — evitando sessões desnecessárias e resultados frustrantes.

Muitos vasinhos que "não somem" ou que retornam poucos meses depois são, na verdade, alimentados por um refluxo que não foi identificado. O Doppler Vascular é um exame dependente do examinador: o mesmo aparelho, em mãos diferentes, produz laudos diferentes.
Na clínica, o exame é realizado pelo próprio cirurgião que vai tratar — mapeando calibres, trajetos e pontos de fuga em tempo real, com o paciente em pé quando necessário. É esse detalhamento que define se o caso começa pelo laser, pela escleroterapia, ou se exige primeiro o tratamento de um tronco safeno.
A técnica
Alcança os vasos mais finos, que não aceitam a agulha, e aqueles que resistiram a sessões anteriores de escleroterapia. A energia é absorvida pela hemoglobina e fecha o vaso sem lesar a pele.
Trata com precisão as veias reticulares nutridoras e os vasos de maior calibre, secando a rede que alimenta as telangiectasias visíveis.
Associar as duas técnicas reduz o número de sessões, melhora o acabamento estético e diminui a chance de recidiva precoce — porque trata o que se vê e o que sustenta o que se vê.
Na prática
Um registro real de atendimento na clínica, mostrando a aplicação do laser e o cuidado com cada detalhe durante a sessão.
Próximo passo
Agende uma consulta com Doppler vascular e descubra o que realmente alimenta os vasinhos das suas pernas — e qual combinação de técnicas traz o melhor resultado no seu caso.